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quinta-feira, 20 de março de 2014

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO VEREADOR MARINALDO DE CORONEL EZEQUIEL

NOTA DE ESCLARECIMENTO: É LAMENTÁVEL A FALTA DE HUMILDADE DE QUEM FAZ PARTE DO EXECUTIVO EM CEL EZEUIEL-MINHA TERRA NATAL E DE MEU IRMÃO. O TAPA BURACO SÓ ESTÁ SENDO REALIZADO COM TODA NOSSA MODESTA, PQ O VEREADOR MARINALDO ATRAVES DO SEU IRMÃO DR. MACIEL QUE É ENGENHEIRO CHEFE DO DER/RN, DISPONIBILIZOU O ASFALTO; POR ELE TER VERDADEIRO AMOR A NOSSA REGIÃO;CONTRIBUINDO NA MELHORIA DA RN 023-STA CRUZ A JAÇANÃ; EVITANDO ACIDENTES E TRANSTORNO PARA TODOS
OS PROPRIETÁRIOS DE VEÍCULOS. ISSO VEM SENDO FEITO DESDE ADM DO EX PREFEITO BOBA-ROÇO, SINALIZAÇÕES-TAPA BURACOS E ETC. MAS COM MTA HUMILDADE AGRADEÇO SIM A PREFEITURA POR DISPONIBILIZAR SUA EQUIPE PARA TAL SOLUÇÃO VIESSE DE FATO VIR ACONTECER. VAMOS ACABAR COM A
POLITICAGEM IDIOTA.NOS A FAMÍLIA DE CHIQUINHO E NANÃ MEDEIROS, NOSSOS PAIS, SEMPRE ESTIVEMOS E ESTAREMOS A DISPOSIÇÃO DO N OSSO POVO; PENSANDO SEMPRE NAS MELHORIAS. SÓ FALTA AQUI A FOTO DO MEU QUERIDO IRMÃO MARCELO QUE JÁ SE FOI; MAS NUNCA O ESQUECEREI. PODEM CONTAR COM AGENTE; PORQUE TENHO A CERTEZA QUE PODEMOS CONTAR COM VCS. ABRAÇOS

Itep do RN enterra restos mortais de 62 pessoas guardados desde 2008

Materiais genéticos são coletados para futura identificação por DNA.

Corpos e ossadas estavam acumulados, a céu aberto, no pátio do órgão.


Restos mortais estão sendo enterrados no cemitério público do Bom Pastor, na zona Oeste de Natal (Foto: Divulgação/Itep-RN)Restos mortais estão sendo enterrados no cemitério público do Bom Pastor (Foto: Divulgação/Itep-RN)
A direção do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) do Rio Grande do Norte anunciou que está enterrando todos os cadáveres e ossadas que estão expostos a céu aberto no pátio do necrotério. De acordo com a diretora do órgão, Rachel Teveira, ao todo são 62 ossadas e corpos ainda sem identificação e que se acumularam desde 2008. Na tarde desta quinta-feira (20), 38 deles, muitos já em avançado estado de decomposição, serão sepultados no cemitério público do Bom Pastor, na zona Oeste de Natal.


A diretora disse ainda que, apesar de ter integrado o grupo de trabalho que elaborou um
relatório apontando diversas irregularidades no Itep, ficou surpresa com a quantidade de cadáveres e ossadas que ainda estavam no instituto. O relatório, segundo ela, apontou para a existência de 20 restos mortais, mas ao assumir a direção ela descobriu a existência dos outros 42. “Havia mais de uma ossada por caixão”, revelou.Rachel Taveira disse ao G1 os restos mortais de 10 pessoas já foram enterrados e que a intenção é de, até a próxima semana, inumar os 14 restantes. “É a primeira vez que isso é feito no Itep, um grande avanço para o instituto”, ressaltou a diretora.
Antes de os restos mortais serem enterrados, os peritos irão coletar materiais genéticos para que sejam catalogação e, caso requerido judicialmente, possam ser identificados futuramente por meio de exames de DNA.
G1 RN

COBRA INVADE CASA E ENGOLE CACHORRO DE ESTIMAÇÃO DE UMA FAMÍLIA


Pela segunda vez em uma semana, uma cobra engoliu um cão de estimação no quintal de uma casa australiana. Na semana passada um incidente semelhante aconteceu em Caniaba, New South Wales, onde uma cobra foi encontrada com a corrente saindo pela boca depois de engolir um cachorro de estimação.
Uma mulher australiana foi ao encontro de seu cão de estimação e acabou percebendo que ele havia sido tragicamente morto por uma cobra. Ela viu a serpente deitada ainda com uma corrente que prendia o cão saindo pela boca. A mulher havia prendido seu cão Chihuahua-Maltês perto de casa, no norte da Caniaba NSW, Austrália, quando o animal foi surpreendido por uma python de 2,5 metros. A mulher ligou para o departamento de animais selvagens, e os profissionais foram até o local. A serpente passou por cirurgia para remoção da corrente e de restos do cão.

Desta vez, Michelle Grigg teve a infeliz surpresa, ao encontrar seu cão, Walter, dentro de uma cobra python que entrou eu sua propriedade em Whitsundays de Queensland. Apesar da mulher não ter se assustado, já que na infância havia lidado com muitas cobras, seus filhos ficaram abalados com a morte do cão de estimação.
Fonte: Daily Mail

AMOR SEM FIM;CAMINHONEIRO RESGATA MULHER DE ACIDENTE,SE APAIXONA E PEDE ELA EM CASAMENTO NO HOSPITAL


'Foi uma tragédia que nos uniu', diz vendedor que se apaixonou pela vítima.
Uma tragédia que virou história de amor. A frase pode até parecer clichê, mas é assim que o casal Nilton Natalino Neves, de 47 anos, e Magna Sousa Carrijo, de 48 anos, se refere ao relacionamento que começou no dia 31 de outubro de 2013, data em que a dona de casa foi resgatada pelo vendedor de Ribeirão Preto após sofrer um acidente de carro pela BR-364 próximo a Rondonópolis, no estado do Mato Grosso.
Neves, que socorreu Magna após vê-la capotar ribanceira abaixo, diz que o sentimento quando a pegou nos braços após retirá-la do veículo foi arrebatador. "Foi como se tivesse aberto um baú de tesouro. Enxerguei uma luz maravilhosa", conta.
Acaso ou destino, o encontro de Neves e Magna pode ser classificado como, no mínimo, curioso. Na semana do acidente, Neves teve um problema com o caminhão e atrasou a viagem para Jaciara (MT) em dois dias. Já Magna, que nunca foi de viajar, resolveu visitar amigos em Rondonópolis (MT), cidade a 500 quilômetros de Rio Verde (GO), onde ela morava. "Saí de Ribeirão para viajar no dia 29 de outubro, uma terça-feira. O caminhão quebrou duas vezes, e acabou atrasando o percurso em dois dias. Eu achava que aquilo era para me proteger de alguma coisa. Hoje eu penso que se nada tivesse acontecido com meu caminhão, eu jamais iria cruzar com a Magna na estrada", conta o vendedor. Com o atraso no percurso, Neves só chegaria a seu destino na tarde de quinta-feira, 31 de outubro. Naquele dia, o vendedor seguia pela BR-364, quando avistou uma cena que chamou sua atenção. "Um carro me seguiu por uns 30 quilômetros tentando me ultrapassar. A pista é simples e tinha muitos caminhões. Comentei com meu irmão, que estava comigo na viagem, que o homem devia estar com bastante pressa. Até então eu pensava que era um homem dirigindo. Na hora da ultrapassagem, percebi que era uma mulher no volante. Ainda pensei: que Deus a acompanhe", afirma.
Quilômetros à frente, Neves ainda conseguia avistar o carro de Magna na estrada. A dona de casa ainda ultrapassou dois bitrens e uma caminhonete, até que perdeu o controle do veículo e saiu da rodovia. "Um pneu saiu para o acostamento, ela voltou com o carro, atravessou a pista na contramão, voltou para o lado que estava e se perdeu. Aí ela bateu em uma árvore e desceu a ribanceira capotando", diz. O resgate O vendedor parou o caminhão no acostamento e desceu o barranco onde o carro estava Segundo Neves, era impossível abrir as portas do veículo, completamente destruído. Para conseguir resgatar Magna, o vendedor precisou quebrar o para-brisa. "Ela ainda estava consciente, então pedi para ela proteger o rosto e quebrei o vidro com um pedaço de madeira. Foi aí que aconteceu uma coisa inexplicável. Foi como se tivesse aberto um baú de tesouro. Enxerguei uma luz maravilhosa", explica.
Magna conta que não se lembra exatamente do momento do acidente, mas tem nítida na memória a imagem do vendedor se aproximando de seu carro. "Me senti protegida quando ele apareceu. Caí num barranco, e meu medo era ninguém aparecer e eu morrer ali. Quando ele surgiu, vi que era um anjo da guarda na minha vida", diz. Logo após retirar Magna do carro, Neves conta que a dona de casa desmaiou. Outras pessoas que passavam pela estrada também pararam para prestar socorro. Com a ajuda delas, o vendedor deitou a vítima no chão, até que a dona de casa retomasse a consciência. Neves conta que passou o tempo todo conversando com Magna e tentando acalmá-la."Peguei o telefone da família dela e comecei a ligar para avisar do ocorrido. Todos os parentes estavam muito distantes, e não tinha como eles chegarem até o local do acidente. Nesse momento já vi que eu não conseguiria abandoná-la", diz. Com a demora na chegada da ambulância, o desespero de Magna aumentou. "Ela sofre de síndrome do pânico e começou a se desesperar. Peguei na mão dela, fiquei segurando e disse: nunca segurei a mão de uma mulher tão bonita. Ela conseguiu olhar para mim e dizer obrigada."
Pedido de casamento Com a chegada da ambulância, Neves acompanhou Magna até um hospital em Rondonópolis, cerca de 80 quilômetros do local do acidente. Lá, o vendedor acompanhou os exames feitos pela dona de casa e tomou coragem para fazer uma proposta um tanto inusitada para o momento: pediu Magna em casamento. "Estava com ela na sala de exames, quando ela virou para mim e disse que não sabia o que fazer para agradecer o apoio que eu estava dando. Eu só disse: Simples, casa comigo. Na hora ela deu risada e disse que não daria certo Disse que eu era caminhoneiro, viajante, e que ela era muito agarrada nos relacionamentos. Aí ela foi transferida para um quarto e a enfermeira perguntou se éramos casados. Aproveitei e disse à mulher que eu tinha acabado de pedir a Magna em casamento, mas que ela não queria. Nisso ela já deu uma risada na cama e disse que isso [casamento] era coisa de se pensar", afirma. Neves então deixou o hospital e continuou sua viagem até Jaciara. Na volta, passou pelo hospital em Rondonópolis, mas Magna já havia deixado a unidade. O vendedor voltou para Ribeirão Preto (SP), e continuou mantendo contato com a dona de casa por telefone. Oito dias depois, Neves e Magna combinaram de se encontrar pessoalmente. "A família dela queria me conhecer e ela brincava no telefone que eu precisaria ir até Rio Verde para oficializar o pedido de casamento. Eu ia viajar a trabalho para Goiás naquela semana, e resolvi ir", diz. E foi. Na noite de 8 de novembro, Neves comprou roupa nova, montou uma cesta de chocolates e foi até a casa de Magna. Após horas de conversa com os familiares da pretendente, rolou o primeiro beijo do casal. "Até então eu tinha levado aquele pedido de casamento na brincadeira. Achava que ele estava fazendo aquilo para me descontrair, porque eu estava sentindo muita dor. Mas quando ele apareceu na minha casa eu percebi que ele estava realmente a fim de levar uma coisa séria", afirma Magna.Vida a dois Uma semana depois, o vendedor voltou novamente a Rio Verde - e desta vez empenhado em carregar Magna na boleia do caminhão rumo a Ribeirão Preto. E foi no fim do feriado de 15 de novembro que o casal pegou estrada junto pela primeira vez. De lá para cá, Magna, agora recuperada do acidente, passou a morar com Neves e o segue semanalmente nas viagens a trabalho. "Foi uma tragédia que nos uniu. O Nilton foi um grande presente na minha vida", diz a dona de casa. O casal agora faz planos para o casamento. Para o vendedor, o acidente, na verdade, foi uma nova chance de encontrar a felicidade. "Conhecer a Magna foi para mim uma segunda oportunidade de viver. Eu estava numa fase difícil e pensava só em morrer. No meio disso tudo ela apareceu. Hoje eu penso que não fui em quem a salvei. Foi ela, naquele acidente, quem me salvou", conclui.
Portal A Desgraça

Pensei que era brincadeira', diz anã de 1,20 m grávida de trigêmeas no RN


Por ter nanismo, gestação trigemelar de Maria Dulcineia é de alto risco.

Desempregada, mulher foi abandonada pela família e pelo pai dos bebês.

Do G1 RN, com informações da Inter TV Cabugi

Maria Dulcineia da Silva, de 35 anos, tem 1,20 metro de altura e está grávida há 6,5 meses de trigêmeas. Desempregada, a mulher mora em Parnamirim, cidade da Grande Natal, mas há duas semanas vive na Maternidade Escola Januário Cicco, na capital, onde tem recebido alimentação adequada e acompanhamento médico. Para ela, foi uma surpresa descobrir que estava gestante de três meninas. "Pensei que o médico estava brincando comigo", conta.
Segundo matéria exibida na manhã desta quarta-feira (19) pelo Bom Dia RN (veja o vídeo acima), Maria Dulcineia está fazendo exames constantes de ultrassom para verificar o estado de saúde dos fetos. A gestação trigemelar é rara entre anãs, ainda mais quando a mulher engravida de forma natural. Além do fato de Maria Dulcineia esperar trigêmeos, seu nanismo e a idade considerada avançada para ser mãe tornam a gestação ainda mais arriscada.
A ginecologista Patrícia Fonseca diz que a gravidez da paciente é de alto risco porque não há espaço no ventre dela para os bebês poderem crescer. Mas, de acordo com a enfermeira Alane Matos, que tem monitorado o quadro de Maria Dulcineia, a gravidez não apresentou nenhuma complicação até o momento e os bebês estão saudáveis.
Para piorar ainda mais a situação da mãe, o pai das crianças foi embora e Maria Dulcineia também não tem contato com familiares – ela não tem notícias de seus pais biológicos nem do casal que a adotou. Atualmente, a mulher se mantém com doações de pessoas que se sensibilizam com sua história.
"Eu vivia só, mas agora tenho três para cuidar e me acompanhar para o resto da vida", disse.
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Maria Dulcineia da Silva tem 1,20 metros de altura e seis meses e meio de gestação   (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)Maria Dulcineia tem 1,20 metro de altura e 6,5 meses de gestação (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)

G1