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FERNANDINHO

FERNANDINHO
VIAGENS

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

COMOVENTE HISTÓRIA DA CASA DE TAIPA

FORÇA POLICIAL | 12:52 |

A Riqueza e a Pobreza Um dia, um pai de família rico, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres. O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social... O pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa de um trabalhador da fazenda. Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho: - E aí, filhão, como foi a viagem para você? - Muito boa, papai, respondeu o pequeno. - Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza? - Sim, pai, retrucou o filho. - E o que você aprendeu com tudo o que viu nesses dias, naquele lugar tão pobre? O menino respondeu: - É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu. Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários em uma gaiola e eles têm todo tipo de passarinho, todos soltos no ar! O filho suspirou e continuou: - E além do mais papai, observei que eles rezam antes de qualquer refeição, enquanto que nós sentamos à mesa em casa falando de negócios, dólar, festas, daí comemos, empurramos o prato e pronto! No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer o Pai Nosso enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive pela nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto, assistimos televisão e dormimos. Outra coisa, papai, dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós. Na nossa casa colocamos a Maria, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando nos quartos para visitas. Conforme o garoto falava o pai ficava chocado, sem graça e envergonhado. Foi quando o filho se levantou, abraçou o pai e ainda acrescentou: - Obrigado papai, por me mostrar o quanto nós somos pobres! MORAL DA HISTÓRIA Não é o que você é, o que você tem, onde está ou o que faz que irá determinar a sua felicidade. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, um coração bondoso e reta intenção no que faz, então, você tem tudo!

(Portal A Desgraça Apresentando Coisas Do Nordeste)

FESTA DO CAJU 2014































ATOR É ENCONTRADO MORTO DENTRO DE APARTAMENTO EM JOÃO PESSOA/PB

FORÇA POLICIAL |

O diretor e ator de teatro Marcos Pinto, 41 anos, foi encontrado morto dentro do seu apartamento na noite desta terça-feira, 16, em João Pessoa. O corpo estava amarrado em cima da cama, no bairro de Tambiá. A polícia foi informada do fato pelos moradores que sentiram um mau cheiro exalado de dentro do apartamento da vítima.

O corpo já estava em estado de decomposição e por isso é impossível afirmar, a priori, a causa da morte. De acordo com a polícia, a última vez em que o ator foi visto com vida foi no último sábado. O ator era conhecido pelas inúmeras peças infantis realizadas em, pelo menos, 15 anos de teatro e também pelas participações em diversas edições da 'Paixão de Cristo', na capital. De acordo com amigos, Marcos Pinto morava em João Pessoa há, pelo menos, 20 anos. No apartamento do ator, a polícia encontrou diversas garrafas de bebida e as janelas estavam abertas. Segundo vizinhos informaram aos policiais, a presença de amigos no apartamento do ator era algo comum. As imagens das câmeras de segurança do prédio serão entregues a polícia, para serem usadas na investigação do assassinato. O corpo do ator foi levado para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal, na capital, onde um necropsia deverá ser feita para esclarecer as causas da morte e circunstâncias do assassinato. Paulo Cosme/Vinicius Henriques